quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Marconi na frente!



Diário da Manhã

Política e Justiça

Warlem Sabino

Marconi venceria hoje no 1º turno

Pesquisa feita em todos os municípios do Estado mostra tucano com amplo favoritismo para as eleições de 2010

O senador Marconi Perillo (PSDB) venceria a disputa para governador no primeiro turno caso a eleição ocorresse hoje, de acordo com pesquisa Ecope/DM realizada em setembro em municípios de todas as regiões do Estado. O instituto revela que, a 13 meses da consulta, Marconi alcançou 57,1% dos votos válidos. Na última rodada, publicada em maio, o tucano possuía 49,4%, índice insuficiente para liquidar a fatura.

No mesmo período, o prefeito de Goiânia, Iris Rezende (PMDB), adversário direto na disputa contra Marconi, recuou 1,1 ponto percentual. O peemedebista caiu de 37,1% para 36% dos votos válidos. Vale lembrar: os votos válidos são os que realmente importam para a Justiça eleitoral. Se determinado candidato apresentar a maioria absoluta dos votos válidos, se elege no primeiro turno. Votos brancos e nulos são automaticamente descartados.

O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, que deve se filiar hoje ao PMDB, apresentou sensível melhora em seus índices percentuais de intenção de voto. Em maio, Meirelles ostentava 5% da preferência do eleitorado. Em setembro, alcançou 6,5%. O desempenho do sindicalista Washington Fraga (PSol) permaneceu inalterado. Fraga foi lembrado por 0,4% dos entrevistados. O instituto Ecope ouviu 5 mil eleitores entre os dias 16 e 24 de setembro, em 35 municípios goianos. A pesquisa foi realizada de forma estimulada, com cartelas circulares que apresentam os nomes aos eleitores.

BRANCOS E NULOS

O instituto divulgou também o cenário em que os votos brancos e nulos são considerados, com o objetivo de dar dimensão ao grau de indecisão do eleitorado goiano. Constatou-se que 7,3% ainda não sabem ou não decidiram em quem votar nas eleições que se realizarão no dia 3 de outubro de 2010. Disseram rejeitar todos os candidatos 5,1% dos eleitores. Neste cenário, Marconi avança de 49,4%, índice anotado em maio, para 50% – suficiente para elegê-lo governador no primeiro turno. O prefeito Iris apresenta forte queda. Oscila de 37,1% para 31,5%. Meirelles sobe de 5% para 5,7%. Fraga permanece com 0,4%.

Entre os meses que separam as duas rodadas da pesquisa não houve mudança significativa no posicionamento dos partidos. Houve, sim, a transformação do cenário eleitoral em verdadeira bolsa de apostas. Muito se especulou, principalmente no que diz respeito ao projeto político de Meirelles, que deve encerrar hoje o primeiro capítulo da novela que protagoniza, com a filiação ao PMDB. Agora, um novo capítulo se inicia: o presidente do BC tem até 30 de março para decidir se será candidato – e a quê.

Base

Marconi manteve a orientação aos apoiadores para que o discurso de unidade da base não seja substituído, mesmo com pressões externas e internas para uma mudança radical. O senador também teve aumento em sua exposição pública quando passou a assumir seguidas vezes a presidência do Senado, diante da pressão para a renúncia de José Sarney (PMDB-AP).

Iris se manteve reticente quanto à própria candidatura, mas mostrou indignação quando foi preterido em palanque por Lula, quando o presidente esteve em Goiânia e provocou estragos lançando o nome de Meirelles para a disputa. O fato acendeu o orgulho peemedebista e aumentaram as pressões para que Iris assumisse imediatamente a candidatura.

Polarização
 
A polarização da disputa que se configura com as pesquisas e os movimentos políticos também é motivo de comemoração para os tucanos. No confronto direto entre o senador Marconi Perillo (PSDB) e o prefeito de Goiânia, Iris Rezende (PMDB), o senador levaria vantagem de 22,6%. Marconi seria eleito com 61,3% dos votos, deixando para Iris apenas 38,7%.

A diferença entre os dois principais candidatos também aumentou nestes cinco meses que separam as duas pesquisas. Marconi tinha dianteira pouco maior que 14% e agora já ultrapassa os 22%.


Quem será?

Diário da Manhã

Política e Justiça

Valterli Guedes

Goiás em bom momento: Iris, Meirelles ou Marconi?

Três candidatos com forte perspectiva de poder embaralham cenário político do Estado. Indecisão segue até março

É chegada a hora definida no dito popular “de a onça beber água”. A ação do tempo é inexorável. Os prazos vencem. Quanto a uma provável candidatura de Henrique Meirelles a governador de Goiás, já pertencem ao passado certas dúvidas, até provocadoras de chacotas. Um exemplo é a afirmação do suplente de deputado federal Vilmar Rocha, feita há meses, atribuindo ao presidente do Banco Central certa semelhança com dom Sebastião, o rei de Portugal morto na guerra com Marrocos em 1578, deixando no imaginário popular a esperança salvacionista do reaparecimento. Assim seria a tão propalada candidatura de Henrique de Campos Meirelles ao governo de Goiás.

O prazo de filiação partidária para quem pretende disputar um mandato no pleito de 3 de outubro de 2010 tem como limite o próximo 2 de outubro, um ano e um dia antes das eleições. A incógnita está desfeita: Meirelles vai filiar-se ao PMDB às 11 horas de hoje, quarta-feira, 30 deste setembro. Sua prioridade é a disputa do mandato de governador, um sonho acalentado desde muito antes do início da carreira bancária exitosa que o levou à presidência mundial do Banco de Boston. Aposentado, no ano 2002, cuidou imediatamente da construção de uma nova carreira, já agora na chamada vida pública. Naquele mesmo ano, elegeu-se deputado federal pelo PSDB, sagrando-se campeão em número de votos. Renunciou antes de assumir o mandato, aceitando o convite de Lula para presidir o BC. Foi ousado.

O atual posto de presidente do Banco Central do Brasil, onde está há quase sete anos e foi, num primeiro momento, duramente combatido, alvo de críticas à beira do achincalhe, compõe a estratégia do estreante na política partidária. Buscou credenciar-se. E conseguiu, tanto que tem seu nome lembrado para competições bem maiores que o alvo na província, como, por exemplo, a vice-presidência e mesmo a presidência da República.

No PMDB

Ainda em seus tempos de dom Sebastião, há cerca de três meses, Meirelles resolveu buscar assessoramento em Goiás, ouvindo pessoas conhecedoras da realidade local. Uma delas é Olvanir Andrade de Carvalho, atualmente síndico da massa falida da construtora Encol. Antigo homem forte do primeiro governo de Iris Rezende (1983/87), Olvanir esquivou-se de início, mas logo aceitou conversar. Conversa franca, de amigo e, mais que isso, portador de amizade desinteressada, de alguém na condição de dizer as suas verdades. Em tom de bronca, Olvanir foi logo dizendo:

– Se você quer ser candidato para ganhar tem que ser pelo PMDB, que tem estrutura.”

Seguiu-se um lenga-lenga, do tipo “e o Iris?” Falou-se, é claro, do que sobre essa opção iria pensar o governador Alcides Rodrigues, autor e principal estimulador da candidatura Meirelles ao governo.

Logo o presidente Lula entrou no circuito. Pra valer, tanto que foi direto ao prefeito Iris Rezende que, de olho em disputar, ele próprio, chegou a desdenhar das possibilidades eleitorais de Meirelles, que, ao saber disso, ficou chocado. Mas logo absorveu, afinal, uma coisa de somenos, uma vez que, na empreitada a que se propõe, terá de “engolir toucinho com mais cabelo”, conforme teria dito, numa outra circunstância, Lampião, o Rei do Cangaço.

Seguiram-se episódios como a visita de Lula a Goiás, no dia 13/08/2009, quinta-feira, quando bebeu água servida por Iris, confundiu o prefeito com o presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Paulo Teles, e, mais que isso, “encheu a bola” de Meirelles, alguém que, segundo palavras do presidente, sendo candidato, não poderá perder. Ora, isso dito logo por Lula, que perdeu todas, em primeiro e em segundo turnos, até ganhar pela primeira vez em 2002 e não mais perder.

O certo é que Meirelles, sem jamais declarar-se candidato, alcançou esse status, arrancando o comprometimento de apoio do próprio Iris Rezende. Com quem, por sinal, teve conversas no aeroporto Santa Genoveva, num hangar de táxi aéreo. A primeira, na manhã de 2 de setembro, dia de reunião do Copom, sacrificada, em parte, pelo presidente do BC. Uma outra, mais recente e definitiva, na noite do dia 24 último, quinta-feira, antes do evento promovido pela Federação das Indústrias do Estado de Goiás no Clube “Antônio Ferreira Pacheco”. Das conversas, compromissos fechados, embora, ressalve-se, compromissos não assinados, de políticos. Logo...

De qualquer forma, compromissos assim:

– E se o partido não homologar o meu nome?

– Aí eu também não serei candidato. Vão lançar quem?



Bom momento

Henrique Meirelles é definitivamente pré-candidato a governador de Goiás? Bem, aí é preciso trabalhar com os dados atuais. Sua filiação ao PMDB indica que sim. Nada impede que, de agora até a desincompatibilização em abril, e depois até meados de 2010, quando, entre 10 e 30 de junho, serão realizadas as convenções homologatórias, o excesso de cabelos no toucinho o leve a optar, por exemplo, por disputar uma cadeira no Senado. Iris Rezende agradeceria. Afinal, está no clímax da consagração como administrador. Agora, a partir do momento em que Meirelles assumir publicamente uma candidatura, aí será irreversível. Pelo menos o compromisso extraído dele por Iris é este. “Depois da definição, nada de recuo”. Até lá, o PMDB de Goiás contará com dois pré-candidatos fortes: Iris e Meirelles, Meirelles e Iris, um torcendo pelo outro, irmãos siameses. Nada mal para um partido político.

Para Goiás, nada mal também. Aliás, o nada mal para Goiás é quanto aos nomes disponíveis, todos interessados na disputa: além de Iris e de Meirelles, os nomes do PMDB, já se acha em campo o senador Marconi Perillo (PSDB), candidato declarado. Com qualquer deles, é consenso quase geral, Goiás estará em boas mãos. Sem falar que o governador Alcides Rodrigues, colhido de surpresa pela filiação de Meirelles ao PMDB, pode também surpreender, em princípio, com o lançamento do atual secretário da Fazenda de seu governo, Jorcelino Braga, à disputa. O governador incentivou a filiação de Braga ao seu partido, o PP. Executivo bem avaliado, com atuação sem reparos até agora frente a uma pasta complexa, Braga pode ser a carta na manga do governador, que tanto incentivou a candidatura de Meirelles.

A posição do governador, desconfortável para alguns, na verdade é de certa tranquilidade: basta dizer que ele poderá compor com qualquer das partes, do PMDB de Iris ao PSDB de Marconi, pois qualquer dos dois aceitaria um vice indicado por Alcides, podendo ainda, é claro, lançar uma candidatura própria do PP. Para a população, a existência de um maior leque de opções é positiva. Nada a perder, até pelo contrário.

PSDB reage!

Diário da Manhã

Política e Justiça

Tainá Borela

PSDB quer Meirelles fora da presidência do BC

Leonardo Vilela promete liderar articulação no Congresso a partir de hoje. “Estaremos de olho em tudo que ele gastar”

No momento em que assinar a ficha de filiação ao PMDB, hoje, o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, enfrentará reação da bancada do PSDB no Congresso, que de pronto pedirá a ele que deixe o cargo. O presidente do partido em Goiás, deputado Leonardo Vilela, é quem vai liderar esta articulação. Leonardo promete subir hoje à tribuna da Câmara. “Nunca antes na história do País um presidente de Banco Central teve projeto político partidário próprio”, diz, parafraseando o presidente Lula. “Isso não existe em nenhum país desenvolvido. É um retrocesso. Inadmissível. Se quiser ser candidato, se filiar a um partido, tem todo o direito. Mas saia do Banco Central.”

O deputado avisou que seu partido vigiará todos os gastos da campanha de Meirelles, caso ele decida se candidatar. “Se ele entrar na disputa estaremos de olho em tudo que ele gastar.” O tucano contou que, além da bancada do PSDB na Câmara, espera conseguir o apoio de “muitos adeptos” que compartilham de sua visão contra o projeto político do presidente do Banco Central. Leonardo usou dos argumentos do presidente Lula (PT) para justificar suas objeções. “A ação de Meirelles contamina a economia do País, que ainda passa pelos reflexos da crise financeira. Não é possível conciliar a economia de uma nação importante como o Brasil com um projeto político pessoal. Se ele se filiar, deve sair.”

O tucano se justificou. Disse que qualquer juiz, promotor ou delegado que queira entrar na vida pública da política deve deixar seu cargo, e que não pode ser diferente com Meirelles. “Fico indignado com isso. Não dá para ele acender uma vela para dois senhores.” Porém, Vilela se esquece que na segunda-feira ele abonou ficha de dois delegados de polícia no PSDB. Um deles, Waldir Soares, está na ativa e é titular do 22º DP, em Goiânia; Darlene Costa está fora das delegacias, pois preside um dos sindicatos da categoria (Sindepol). Sem falar na filiação, no sábado, do secretário da Fazenda do Distrito Federal (DF), ex-vice-prefeito de Goiânia, Valdivino de Oliveira. Valdivino não deixou seu cargo no governo de José Roberto Arruda (DEM). Leonardo declarou na quinta-feira da semana passada que via “com bons olhos” a parceria de Valdivino com o PSDB.

Questionado se a filiação instigará táticas antiMeirelles na cúpula do PSDB, Leonardo se esquivou de responder. Lembrou que o discurso que fará é iniciativa própria, e que a cúpula não planeja ações que possam atrapalhar candidatura de ninguém. Apesar de peemedebistas e petistas já terem declarado frente antiPerillo, o deputado afirmou que respeitará qualquer adversário de Marconi Perillo (PSDB).

Lembrando que esta não será a primeira ação do PSDB contra Meirelles. Na ocasião da vinda do presidente Lula a Goiânia, em 13 de agosto, o partido entrou com representação no Tribunal Superior Eleitoral contra o presidente e Meirelles por antecipação de propaganda eleitoral.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Marconi avança em Goiânia!


Senador Marconi Perillo discursa durante reunião comunitária na Escola Espaço Aberto, na Vila Brasília
Diário da Manhã

Política e Justiça

Larissa Bittar

Marconi avança em redutos do PMDB na Grande Goiânia

Senador promove reunião na Vila Brasília, na divisa da Capital com Aparecida

Visivelmente animado com a corrida por filiações ao PSDB, o senador Marconi Perillo deu sequência, na noite de ontem, às reuniões comunitárias que faz em bairros de Goiânia e entorno. O local escolhido, a Vila Brasília, um dos principais bairros de Aparecida de Goiânia, não poderia ser melhor, na opinião de tucanos. Aparecida, a exemplo de Goiânia, é administrada pelo PMDB (Maguito Vilela), principal partido de oposição ao PSDB. Os organizadores pensaram até na escolha do local para a reunião, a Escola Espaço Aberto, na Avenida Rudá, uma das mais movimentadas do bairro. Segundo os organizadores, cerca de 600 pessoas prestigiaram o evento.

Marconi explicou à plateia que o objetivo não é fazer discurso, mas dialogar com a sociedade. “Ao longo de minha vida toda, eu gostei de ouvir a população e dar apoio ao movimento comunitário”, disse. Segundo ele, o Congresso, as Assembleias e Câmaras de Vereadores têm papel muito importante. Fez referência aos avanços proporcionados pela Constituição de 1988, citando nominalmente o Código de Defesa do Consumidor, o Estatuto da Criança e dos Adolescentes, a Lei Maria da Penha e a criação das Agências Reguladoras. “Muita coisa foi feita nos últimos anos.” Para ele, muitas vezes, observa-se o Congresso apenas na ótica dos escândalos, esquecendo-se que muita coisa boa é feita.

Portanto, segundo Marconi, o objetivo é colher informações da população para que ele possa formular projetos no Senado. “O motivo da visita é estar perto de vocês”, disse Marconi, sob aplausos, ressaltando que se sentia “extremamente gratificado” com a participação da comunidade.

A fase de questionamentos foi aberta pela sindicalista Leidiane Rodrigues, representante dos servidores do Hospital de Urgências de Aparecida (Huapa), que fez elogios à construção do hospital, iniciada no governo de Marconi, e pediu empenho na efetivação dos servidores. Idalina de Souza emocionou-se ao agradecer por ter sido beneficiada com casa popular doada pelo governo no Estado na época em que Marconi era governador. O farmacêutico bioquímico Rodrigo Parreira agradeceu pela criação do programa Bolsa Universitária, que lhe deu oportunidade de cursar uma faculdade. Luis Carlos de Castilho reclamou da falta de investimentos em saúde pela Prefeitura de Aparecida de Goiânia.
 
O senador pediu à plateia que evitasse fazer referência ao pleito de 2010, para que não fosse dada conotação política à reunião comunitária, cujo objetivo principal é colher subsídios para seu mandato. Antes de responder aos questionamentos, Marconi passou a palavra para a senadora Lúcia Vânia. Em sua fala, ela falou da importância da reunião, como forma de aproximar a autoridade do senador. Lúcia disse ainda que Aparecida deve receber atenção especial das autoridades, em função das demandas nas áreas de segurança pública, saúde e educação. Firmou o compromisso de garantir, com verbas do Orçamento da União, dois Centros de Juventude. “Não há dúvida de aqui o grande problema é social.”
 
Ao responder às perguntas, Marconi explicou que, quando iniciou a construção do Huapa, o objetivo foi “desafogar” do Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo). Prometeu encaminhar todos os pleitos formulados que envolvam verbas do Orçamento da União. Ao responder a pergunta sobre a questão das drogas, destacou o papel evangelizador das igrejas e os investimentos em programas de inclusão social. “Quando eu crie a UEG, o foco foi a juventude.” Para ele, é importante criar as condições para que os jovens tenham oportunidade.

Social
 
O deputado federal Leonardo Vilela, presidente regional do PSDB, arrancou aplausos da plateia ao dizer que “Marconi se preocupa com os pobres” e “não fica nos gabinetes refrigerados de Brasília”. O secretário Túlio Isac, dirigindo-se a Marconi, disse que sua camisa azul está guardada, esperando o momento de começar da campanha. Ao saudar Marconi, o deputado Marlúcio Pereira (PTB) lembrou que o senador, quando esteve no governo do Estado, destinou 4 milhões de metros quadrados de asfalto para Aparecida. “Se fomos apontar todas as obras que o senador fez por Aparecida a gente vai tomar muito tempo”, disse Marlúcio.
 
Prestigiaram a reunião ainda os deputados federais Chico Abreu (PR) e João Campos, ambos do PSDB, os deputados estaduais Cláudio Meirelles (PR), Daniel Goulart e Jardel Sebba (PSDB), os vereadores goianienses Richard Nixon (PRTB) e Pedro Azulinho (PSB), o presidente do diretório municipal do PSDB de Aparecida, Manoel Nascimento Macedo, o presidente do diretório metropolitano do PSDB, Olier Alves, além de líderes comunitários, religiosos e moradores do bairro.




Marconi traz craques da política!

Diário da Manhã

Politica e Justiça

Larissa Bittar

PSDB goiano apresenta reforços

Valdivino de Oliveira, Benitez Calil e Homero Sabino integram quadro tucano de olho em 2010

O PSDB tem reforçado seu quadro na tentativa de ampliar o grupo que fará frente ao PMDB nas próximas eleições. Ironicamente, três dos nomes de maior destaque que passaram a pertencer ao partido são ex-peemedebistas. O ex-vice-prefeito de Goiânia, Valdivino Oliveira, o ex-presidente da Companhia de Processamento de Dados de Goiânia (Comdata), Benitez Calil, e o ex-presidente do Tribunal de Justiça de Goiás (TJ), Homero Sabino.

Valdivino representa uma filiação emblemática. Antigo aliado do prefeito de Goiânia, Iris Rezende (PMDB), migrou para o lado oposto do tabuleiro político de Goiás. Após flertar com DEM e até com PP, do governador Alcides Rodrigues, Valdivino optou por assinar a ficha tucana, na última sexta-feira (27). Uma baixa no PMDB que, por outro lado, se fortalece com uma das mais badaladas filiações dos últimos anos em Goiás: a do presidente do Banco Central, Henrique Meirelles.

O presidente estadual do PSDB, Leonardo Vilela, credita às novas filiações a capacidade de impulsionar o projeto tucano para 2010, que tem como principal objetivo o retorno do senador Marconi Perillo (PSDB) ao governo goiano. A visibilidade que Valdivino obteve em frente a Secretaria da Fazenda do Distrito Federal e o bom relacionamento com o governador do DF, José Roberto Arruda (DEM), ajudariam o partido no Entorno do DF.

Pontualmente, contudo, as filiações não significam aumento exagerado de reforço. Resultado maior depende dos arranjos de alianças que ainda não foram definidos. Vilela, entretanto, comemora a chegada de novos membros ao PSDB. O diretório estadual do partido ainda não possui um balanço do número de novos filiados. Está previsto apenas para próxima semana levantamento de dados. Na manhã de ontem a sigla formalizou dez filiações. O presidente de honra do PSDB, ex-prefeito Nion Albernaz, representou Marconi no evento realizado no diretório, em Goiânia.

Dentre os que assinaram a ficha estão a presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia (Sindepol), Darlene Azevedo (ex-PSol), o delegado Waldir Soares (pré-candidato a deputado estadual), o ex-deputado Olinto Meireles, os policiais militares Celmo e Célio Barbosa, e o comediante Divino Magalhães de Almeida, conhecido como Juquinha.


PRTB

O ex-deputado Leandro Sena, presidente da ONG + Ação, se filia hoje, às 14h, ao PRTB. A solenidade será na Assembleia Legislativa. A intenção do partido é montar chapa forte para 2010.

Sem medo!

O Popular

Giro

Jarbas Rodrigues Jr.

Olier Alves, do PSDB: “Meirelles não bota medo em ninguém”



Presidente do PSDB goianiense e chefe de gabinete do governador Alcides Rodrigues (PP), Olier Alves admite que uma filiação de Henrique Meirelles vai reforçar o PMDB, mas que isso não “bota medo em ninguém, muito menos no PSDB”. “Meirelles é excelente técnico, mas lhe falta intimidade política em Goiás para ser candidato a governador”, afirma o tucano. Sua filiação ao PMDB facilitará a reaproximação do PSDB com o PP? “Não é algo fácil, mas deixou de ser impossível. Embora o PP tente lançar outro nome ao governo, teve seu projeto frustrado com Meirelles no PMDB. Queremos ao menos ter a maioria do PP”, afirma. Sobre as filiações, Olier diz que o PSDB tem neste ano dois chamarizes: as pré-candidaturas do governador José Serra (para presidente) e do senador Marconi Perillo (para governador). E critica aqueles que procuram partidos menores de olho numa menor quantidade de votos para se elegerem: “Eleições recentes provaram que esta estratégia é pura loteria”, afirma Olier.

Marconi tem PSDB tranquilo!

O Popular

Política

PSDB tenta amenizar efeito Meirelles em Goiás
Tucanos ressaltam novos aliados e atacam “falta de ideologia” do presidente do Banco Central

Lideranças do PSDB tentam minimizar os efeitos da entrada do presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, no cenário político de Goiás com a filiação (ainda não oficializada) no principal adversário dos tucanos, o PMDB. No 11º encontro em bairros, realizado ontem na Vila Brasília, o senador Marconi Perillo (PSDB), quando questionado sobre Meirelles, fez questão de ressaltar a chegada de novos aliados também em seu partido.

“A filiação do dr. Henrique Meirelles fortalece qualquer partido. Agora, felizmente, estamos também filiando personalidades muito expressivas no PSDB e nos partidos da nossa base”, destacou Marconi.

Leonardo Vilela, deputado federal e presidente do PSDB de Goiás, disse que a sigla nunca pleiteou a filiação de Meirelles e que os tucanos estão muito tranquilos. “Não escolhemos adversários e não tememos ninguém. Temos um pré-candidato e um projeto definidos”, afirmou.

Os ataques à imagem de Meirelles também já começaram. O primeiro alvo é a suposta falta de ideologia política do presidente do BC, conforme avalia Leonardo Vilela.

“Ele se filiou ao PSDB em 2002, foi eleito e logo saiu do partido para integrar o governo do PT. Depois namorou o PP por três anos e agora, segundo dizem, vai se filiar ao PMDB. A população há de convir que a tendência ideológica dele é próxima de zero.”

Vilela já aponta vantagem dos tucanos sobre Meirelles, que é a indefinição se ele vai se candidatar ou não ao governo do Estado. “Quem tem dois candidatos (o PMDB pode lançar Meirelles ou Iris), não tem nenhum”, afirma.

E o tucano acrescenta: “Dizem por aí que Meirelles tem muito dinheiro para gastar em campanha. Mas o dinheiro terá de ser gasto dentro das regras da Justiça Eleitoral. E o que ganha eleição não é só dinheiro, mas sim um candidato forte, uma ampla coligação e grupos que tenham representatividade no Estado”.

Vaga

A senadora Lúcia Vânia (PSDB) participou ontem do encontro na Vila Brasília e recebeu elogios de Marconi. A tucana provocou momentos de tensão no partido por causa de declarações exigindo vaga no PSDB para se candidatar à reeleição em 2010.

Marconi atrai filiações!

Hoje

Xeque
Mate

Suely Arantes

Neotucanos


Além de Benitez Calil e seu filho Lucas Calil, de Homero Sabino e Valdivino de Oliveira, assinaram ficha de filiação ao PSDB a presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia, Darlene Costa, o delegado Waldir Soares, o ex-deputado Olinto Meireles, o comediante Divino Magalhães (Juquinha), Sílvio Cândido Corrêa e os policiais militares Celmo e Célio Barbosa.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Marconi e a base aliada

Tribuna do Planalto
de 27 de setembro a 03 de outubro de 2009

Política

Linha Direta

Elizeth Araújo

Tucanos já festejam debandada do PP


O clima entre tucanos e aliados do senador Marconi Perillo, sobretudo nas repartições públicas, foi de festa durante a semana. O motivo para comemoração? A volta do PP à base marconista e a debandada de partidos alinhados com o Palácio das Esmeraldas à candidatura de Marconi ao governo do Estado. Um momento que os tucanos esperavam e torciam muito para acontecer: o governador Alcides Rodrigues não ter para onde ir e ser 'obrigado' a apoiar o tucano. Agora, os tucanos parecem instruídos a não comemorar tripudiando, mas com o tratamento a um filho pródigo. Nem todos os tucanos concordam, mas a ordem é seguir o script “eu sabia que vocês iam voltar”. A confirmação de que o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, se filiará ao PMDB iniciou, na leitura dos tucanos, uma marconização geral no governo. Além disso (ainda segundo eles, os tucanos), o fato de Henrique Meirelles não se filiar ao PP significa muito mais do que o simples apoio dos governistas a Marconi. É uma carta de alforria que liberta da pressão todos os ocupantes de cargos de confiança do constrangimento de escolher entre o atual governador e um possível futuro governador. Ou seja, o medo de perderem os cargos. Uma baita saia justa, que agora pode ficar mais confortável. Ou não.

Marconi conquistou os goianos!

Jornal Opção  - on-line
De: 26 de setembro a 03 de outubro de 2009

Cartas

O le­ão, o mes­tre e o fei­ti­cei­ro


As pes­so­as de­ve­ri­am se as­sus­tar quan­do se de­pa­ram com már­ti­res que se pro­cla­mam pa­la­di­nos da mo­ral e sal­va­do­res do mun­do. Em ge­ral, ape­nas os que ob­ser­vam ao lon­ge, mui­tas ve­zes cho­ca­dos, con­se­guem se ate­mo­ri­zar com as ações da­que­les que pa­de­cem de de­lí­rios me­ga­lo­ma­ní­a­cos que, ou são fru­to de al­gum ti­po de des­pei­to do­en­tio, ou tem em sua ori­gem uma for­tís­si­ma car­ga de má in­ten­ção.
 
Mas não exis­te no­vi­da­de. O mun­do já pre­sen­ciou ou­tros mo­men­tos his­tó­ri­cos em que al­guns bus­ca­vam des­cons­tru­ir seus an­te­ces­so­res, ten­tan­do des­tru­ir o pas­sa­do, pa­ra se ves­ti­rem da fan­ta­sio­sa ves­te de sal­va­do­res da pá­tria, de re­den­to­res de uma na­ção. Não é pre­ci­so mui­to es­for­ço cul­tu­ral pa­ra sa­ber­mos on­de es­sas ex­pe­ri­ên­cias le­va­ram su­as ví­ti­mas.
 
Nun­ca fui ex­pe­ri­men­ta­do nas ur­nas, ou se­ja, não te­nho vo­to. Te­nho Opi­ni­ão! Por is­so, se eu ti­ves­se po­der de ori­en­tar nos­sos lí­de­res, eu lhes di­ria: Pa­ra que per­der tem­po com pes­so­as que nem se­quer de­vem pos­su­ir o pró­prio vo­to?
 
Ape­nas la­men­to que es­se ti­po de pes­soa fi­que sa­tis­fei­to acre­di­tan­do que as pes­so­as lhe dão ou­vi­do, que os pre­fei­tos, ve­re­a­do­res ou de­pu­ta­dos acre­di­tam no que fa­la, quan­do, na ver­da­de, ape­nas ob­ser­vam a má­gi­ca do po­der, que aca­ba ce­gan­do as pes­so­as, fa­zen­do que com fi­quem em­be­ve­ci­das no ópio dos elo­gi­os.
 
Ago­ra, na po­lí­ti­ca, quan­do a pe­na se se­ca e se es­vai o “po­der” de au­to­ri­zar des­pe­sas, con­tra­tar obras, apro­var con­tra­ta­ções, a úni­ca coi­sa que res­ta é a le­gi­ti­mi­da­de, que ad­vém úni­ca e ex­clu­si­va­men­te do vo­to. E nes­te ta­bu­lei­ro po­lí­ti­co, as úni­cas pe­ças que se mo­vi­men­tam, que es­tão den­tro e po­dem de­ci­dir o jo­go são aque­las que de­têm a prer­ro­ga­ti­va de­mo­crá­ti­ca da re­pre­sen­ta­ção atra­vés do vo­to po­pu­lar. Em ou­tras pa­la­vras, no jo­go po­lí­ti­co, o que de­ter­mi­na é sua ca­pa­ci­da­de de re­pre­sen­tar pes­so­as. Co­mo di­ria Quin­cas Bor­ba: Aos ven­ce­do­res, as ba­ta­tas. Mas quan­to aos pa­jens...
 
Ao es­cre­ver es­sas pa­la­vras, fi­co mui­to à von­ta­de. Is­so se dá, pois, a par­tir de ago­ra, irei me re­fe­rir, na mai­or par­te des­te ar­ti­go, a du­as pes­so­as às qua­is Go­i­ás de­ve mui­to: A pri­mei­ra, cons­tru­iu sua vi­da pú­bli­ca com to­tal de­di­ca­ção ao po­vo go­i­a­ni­en­se. Fez par­te da his­tó­ria da cons­tru­ção de nos­sa ci­da­de, de nos­sa ca­pi­tal, sen­do por três ve­zes pre­fei­to de Go­i­â­nia, além de atu­an­te par­la­men­tar. A se­gun­da, uma pes­soa que além de si­do par­la­men­tar es­ta­du­al, fe­de­ral e du­as ve­zes go­ver­na­dor, foi elei­to se­na­dor da Re­pú­bli­ca com mais de 2 mi­lhões de vo­tos, 75% dos elei­to­res do Es­ta­do. E as­sim o fa­ço por de­sa­gra­vo, con­tra fa­lá­cias mi­tô­ma­nas de pes­so­as ab­sur­da­men­te co­ber­tas de má in­ten­ção.
 
Ni­on Al­ber­naz e Mar­co­ni Pe­ril­lo são re­pre­sen­tan­tes não de ban­cos ou de em­pre­sas de pu­bli­ci­da­de. São re­pre­sen­tan­tes do po­vo go­i­a­no. É an­dar na rua com eles que se con­se­gue en­ten­der a di­men­são do que é a re­pre­sen­ta­ção po­pu­lar. E não é ape­nas po­pu­lis­mo. As crí­ti­cas que são di­ri­gi­das aos ava­lis­tas do Tem­po No­vo, vin­das de al­guns pre­te­ri­dos na com­po­si­ção da cha­pa pro­por­ci­o­nal em 2006 e de ou­tros que du­ran­te a cam­pa­nha se der­ra­ma­vam em elo­gi­os a Mar­co­ni e a Ge­ral­do Alckmin, de­ve­ri­am ser com­pa­ra­das com o re­tra­to de Go­i­ás e dos go­i­a­nos.
 
Fa­çam um de­sa­fio e per­gun­tem aos mais de 70 mil be­ne­fi­ci­a­dos pe­la Bol­sa Uni­ver­si­tá­ria que con­se­gui­ram se for­mar — e com is­so sus­ten­tar su­as fa­mí­lias — o que eles acham do Tem­po No­vo e de Mar­co­ni Pe­ril­lo. Per­gun­tem às mais de 140 mil fa­mí­lias que eram be­ne­fi­ci­a­das to­dos os mes­es pe­la Ren­da Ci­da­dã se eles não se or­gu­lham do go­ver­na­dor que ti­nham, em es­pe­ci­al por não te­rem que fi­car em lon­gas e in­ter­mi­ná­veis fi­las pa­ra con­se­gui­rem re­ti­rar uma ces­ta bá­si­ca re­ple­ta de co­mi­das es­tra­ga­das? Per­gun­tem qual a opi­ni­ão de to­dos os co­mer­cian­tes que se be­ne­fi­ci­a­ram com a im­plan­ta­ção da Ren­da Ci­da­dã atra­vés do car­tão, na me­di­da em que os di­vi­den­dos fi­ca­vam pa­ra o co­mér­cio lo­cal.
 
Se­rá que os mais 87 mil tra­ba­lha­do­res que fo­ram in­cluí­dos no mer­ca­do de tra­ba­lho pe­los fi­nan­cia­men­tos do Ban­co do Po­vo sen­ti­ram o Es­ta­do que­bra­do? Ou agra­de­cem por te­rem ti­do um go­ver­nan­te que não re­cla­ma­va do pas­sa­do, mas sim ten­ta­va me­lho­rar a qua­li­da­de de vi­da de seus go­ver­na­dos? Ou mes­mo, per­gun­te­mos aos mais de 200 mil tra­ba­lha­do­res qua­li­fi­ca­dos pe­lo Pro­gra­ma Qua­li­fi­ca­ção Pro­fis­si­o­nal pa­ra a Em­pre­ga­bi­li­da­de. O que se­rá que eles pen­sam?
 
Ou me­lhor, po­de­mos fa­zer uma en­que­te com as mais de 100 mil fa­mí­lias que cons­tru­í­ram ou me­lho­ra­ram su­as ca­sas atra­vés do che­que mo­ra­dia, che­que re­for­ma, en­tre ou­tros pro­gra­mas ha­bi­ta­cio­nais.
 
Aos que ado­ram pas­se­ar em seus po­ten­tes car­ros, ques­ti­o­nem os mais de 200 mil usu­á­rios — por dia — do Ei­xo Anhan­gue­ra, o que eles pen­sam so­bre Mar­co­ni Pe­ril­lo. Per­gun­tem se eles es­ta­vam in­sa­tis­fei­tos pa­gan­do ape­nas 45 cen­ta­vos pe­lo tran­spor­te ur­ba­no. Aos que mo­ram nas gran­des ca­sas, bus­quem se in­for­mar so­bre co­mo pen­sam os mais de 110 mil be­ne­fi­ci­a­dos com kits sa­ni­tá­rios.
 
Por to­do o Es­ta­do, qual­quer mu­ni­cí­pio, dis­tri­to, vi­la, que vo­cê pos­sa an­dar, vo­cê en­con­tra­rá uma mar­ca do Tem­po No­vo. Vo­cê en­con­tra­rá uma ação de Mar­co­ni Pe­ril­lo. Vo­cê en­con­tra­rá uma das mais de 380 mil fa­mí­lias que fo­ram aten­di­das pe­lo pro­gra­ma la­vou­ra co­mu­ni­tá­ria, re­a­li­za­do em par­ce­ria di­re­ta com as pre­fei­tu­ras. Vo­cê en­con­tra­rá uma cri­an­ça ou jo­vem, per­ten­cen­te a uma das 85 mil fa­mí­lias aten­di­das, que pô­de es­tu­dar, pois seus pa­is eram be­ne­fi­ciá­rios do Sa­lá­rio Es­co­la.

Por is­so, co­mo di­ria o adá­gio po­pu­lar: Os cã­es la­dram, mas a ca­ra­va­na não pa­ra. Is­so tu­do, con­for­me de­mons­tra­do antes, con­for­me bem di­to por mui­tos, é o ca­pi­tal po­lí­ti­co do se­na­dor Mar­co­ni Pe­ril­lo, de Ni­on Al­ber­naz, de Lú­cia Vâ­nia, de to­dos que cons­tru­í­ram o Tem­po No­vo, en­tre eles ser­vi­do­res pú­bli­cos, pre­fei­tos, ve­re­a­do­res, po­pu­la­res, par­la­men­ta­res, en­tre ou­tros tan­tos.

Es­se ca­pi­tal po­lí­ti­co não há pu­bli­ci­da­de de fun­do de quin­tal que irá ar­ran­car da vi­da, da al­ma e do co­ra­ção das pes­so­as e mui­to me­nos não exis­ti­rão ban­cos ou agio­tas in­ter­na­cio­nais que pos­sam com­prar. Es­se pa­tri­mô­nio não é de uma pes­soa, nem de uma pa­ne­li­nha, é do po­vo de Go­i­ás, que, con­for­me a his­tó­ria já pro­vou mais de uma vez, sa­be re­co­nhe­cer a for­ça e o po­ten­ci­al de seus ver­da­dei­ros lí­de­res.

Ao nos­so go­ver­na­dor Al­ci­des, um pe­di­do: reú­na to­dos os que mi­li­ta­ram com o se­nhor em 2006, que fo­ram pa­ra as ru­as, a mai­o­ria de for­ma vo­lun­tá­ria, e per­gun­te qual o ca­mi­nho a se­guir em 2010. Te­nho cer­te­za que a res­pos­ta não se­rá uma sur­pre­sa.

LE­O­NAR­DO FE­LI­PE MAR­QUES DE SOU­ZA Vi­ce-pre­si­den­te na­ci­o­nal da Ju­ven­tu­de do PSDB, via e-mail











Prestígio!

Diário da Manhã

Café da Manhã

Tony Carlo

Senador tucano toma conta de festa da filha de Paulo Borges


O senador tucano Marconi Perillo foi o centro das atenções da festa de 15 anos da filha do vereador peemedebista Paulo Borges, sábado à noite, no Clube da Asmego. Acompanhado da mulher Valéria, Marconi esbanjou simpatia e a todo momento era requisitado para registros fotográficos. Uma grande roda de empresários e políticos se formou em torno do senador.

O secretário da Fazenda de Brasília, Valdivino de Oliveira, o secretário particular do governador Alcides Rodrigues, Ney Nogueira, e os vereadores Francisco Júnior, Santana Gomes, Anselmo Pereira e Geovane Antônio, além do deputado estadual Samuel Belchior, conversaram animadamente com Marconi, que foi muito cumprimentado pelo resultado da pesquisa Ecope/DM, que deu ampla vantagem ao tucano numa eventual disputa ao governo de Goiás.

Detalhe: embora do mesmo partido do vereador Paulo Borges, o prefeito de Goiânia, Iris Rezende, não apareceu na festa. Nem mandou representante.

Marconi lidera pesquisa!


Diário da Manhã

Café da Manhã

Tony Carlo

Marconi ganha no primeiro turno, diz pesquisa Ecope

Todo o bombardeiro contra o senador Marconi Perillo e as investidas de Lula não surtiram efeito, pelo menos segundo o instituto Ecope. O tucano ganharia a disputa pelo governo no primeiro turno se a eleição ocorresse agora. É o que diz a pesquisa Ecope do Brasil, realizada entre os dias 16 e 24 de setembro, em 35 municípios goianos e publicada no Diário da Manhã no último sábado.
 
O instituto ouviu cinco mil eleitores, de forma estimulada. Marconi obteve 57,1% das indicações, contra 36% para Iris Rezende, 6,5% para Henrique Meirelles e apenas 0,4% para Washington Fraga, do PSol. No total, os adversários de Marconi teriam 42%. Se a disputa for somente entre Marconi e Iris, a vitória seria maior ainda: o tucano seria eleito com 61,3% dos votos contra 38,1% para Iris. Mas o senador tucano não se deixa levar pelos números.
 
Diz que ainda não assumiu a candidatura ao governo, que precisa trabalhar muito, e que recebe com humildade e responsabilidade o resultado da pesquisa. "Fico feliz em ter meu nome lembrado pelo povo goiano, mas o foco no momento é o trabalho no Senado", diz.



Marconi na dianteira!


                             Senador Marconi Perillo (PSDB)
Diário da Manhã

Política e Justiça

Tainá Borela

Parlamentares avaliam pesquisa Ecope/DM

Marconi comemora liderança na enquete publicada no sábado. Peemedebistas discordam e falam em “chegada”

O senador Marconi Perillo (PSDB) comemorou o resultado da pesquisa Ecope/DM divulgada pelo Diário da Manhã no sábado, apesar de ainda não ter se lançado como candidato ao governo de Goiás. “Estou com o foco em uma atuação positiva no Senado. Os números da pesquisa são positivos. Eu os recebo com satisfação e humildade.” O tucano reforçou a importância da base do Tempo Novo para o Estado. “Os números apontam com clareza que os goianos aprovam os governos que o Tempo Novo realizou em Goiás e que, portanto, estamos no caminho certo.”

A pesquisa evidenciou Marconi na frente da disputa eleitoral de 2010 com 57,1%. O prefeito de Goiânia, Iris Rezende (PMDB), apareceu em segundo lugar, com 36,1% da intenção de votos. O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, que se filia na quarta-feira ao PMDB, aparece em terceiro, com 6,5%. Iris caiu 1,1 ponto percentual – concentrava 37,1% do eleitorado em maio. Mas parlamentares ouvidos pelo DM acreditam que ainda está cedo para fazer avaliações sobre os resultados.

O deputado federal Rubens Otoni (PT), que participa da aliança com o PMDB de Iris, acredita que as pesquisas servem para medir realidade de momento e que o cenário político ainda não está determinado. “Temos um desafio que é definir quem realimente estará no jogo. Hoje, o desafio ainda não é medir o potencial de nomes, mas definir as alianças que nós teremos.”

Otoni lembrou que são as alianças que determinam os números. Avaliou que o índice obtido por Meirelles dependerá de quem tiver capacidade de aglutinação e apoio. Sobre a filiação do executivo ao PMDB e o que isto acarreta no PT, o deputado afirmou que os planos não se modificam. “Nós trabalhamos para unir a base do Lula em única chapa majoritária. Nesse sentido, para nós é indiferente estar no partido. Independente do partido. E nesse caso é um partido da base do presidente.”

Os peemedebistas não concordam com o resultado, que evidencia o tucano disparado na frente de Iris. O deputado estadual Thiago Peixoto (PMDB) afirmou que os dados estão longe da realidade. “Vejo preocupação muito grande do senador em mostrar que está na frente.” Thiago mandou recado para o tucano. “Na política, muito mais importante que a largada é a chegada. Prova disso foram as eleições de 1994, em que Maguito largou em desvantagem, em 1998, com a virada de Marconi sobre Iris, em 2002, ano em que Marconi venceu Maguito, e finalmente 2006, com Alcides.”

O deputado José Nelto (PMDB) concorda. Disse que outras pesquisas mostram Iris com 43% das intenções de voto e Marconi com 38%. “Iris é o nosso candidato. E, agora, temos o luxo de termos dois candidatos de peso na chapa.”

Assim como Marconi, os tucanos comemoraram. O vice-presidente da Assembleia, deputado estadual Honor Cruvinel (PSDB), contou que em suas viagens pelo interior tem sentido que a pesquisa mostra a real vontade do povo goiano. Acredita que os índices aumentarão quando o governador Alcides Rodrigues (PP) se juntar novamente à base aliada do Tempo Novo. “No interior, temos muito apoio. Creio que o PP estará conosco, já que eles não possuem plano B. Restará ao partido sentar e conversar com o PSDB.”

O deputado Daniel Goulart (PSDB) explicou que a situação de Marconi é crescente. “Iris só lidera em pesquisas feitas em Goiânia e Aparecida de Goiânia, onde as duas gestões são do PMDB. Mesmo nas cidades comandadas pelo PMDB, o PSDB está liderando.” Goulart afirmou, assim como Honor Cruvinel, que quando o PP retornar à base aliada o percentual de Marconi nas pesquisas vai melhorar “consideravelmente”.







sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Marconi: Célio Silveira apóia!



Diário da Manhã

Política e Justiça

Tainá Borela

“Marconi vai crescer ainda mais no Entorno”, diz Célio

Lembrado para vaga ao Senado na chapa do PSDB, prefeito de Luziânia diz que outros candidatos nunca ajudaram a região do Distrito Federal

O prefeito de Luziânia, Célio Silveira, afirmou ontem que a pesquisa Ecope/DM, que revela o senador Marconi em primeiro lugar no Entorno de Brasília numa possível disputa pelo governo de Goiás, não é surpresa e os números podem crescer quando a campanha começar. Ele disse que o nome de Marconi não sofre qualquer restrição de voto no Entorno, o que não ocorre com Iris Rezende, que quando foi governador não deu atenção aos municípios da região, e Henrique Meirelles, que não tem referência política e é totalmente desconhecido.

Para Célio Silveira, os números do levantamento Ecope/DM devem ser recebidos com humildade pelo PSDB, recomendando que o partido não suba em salto alto e redobrando o trabalho político. “Marconi batalhou muito pelo Entorno quando esteve no governo e a sua força política na região é resultado desse trabalho”, disse o prefeito, acrescentando que a saída de Joaquim Roriz do PMDB fortalecerá ainda mais a eventual candidatura tucana a governador, já que os peemedebistas goianos perderam referência nos municípios que circundam Brasília.

O nome de Célio Silveira tem sido lembrado para compor a chapa de Marconi Perillo como candidato a senado, mas ele nega que esteja trabalhando nesse sentido. “O meu projeto, no momento, é ajudar Marconi e o PSDB”, afirmou, lembrando que está muito bem na Prefeitura de Luziânia, cargo para o qual foi reeleito com mais de 70% dos votos. “Sempre disse que sou homem de partido e a minha posição no futuro será aquela que for melhor para Marconi e para o PSDB.”

DM – Como o senhor analisa a pesquisa Ecope/DM, que dá grande vantagem a Marconi no Entorno de Brasília?
 
Célio – Para mim, não é surpresa a força de Marconi no Entorno. Como governador, ele foi muito atencioso e atendeu aos pleitos da região. Acredito que quando a campanha começar, ele vai crescer ainda mais. Os ventos políticos estão soprando favoravelmente a Marconi. A saída de Joaquim Roriz do PMDB é uma prova disso.

DM – O nome do senhor é lembrado como possível candidato a senador pelo PSDB. Será candidato?

Célio – Estou muito bem na Prefeitura de Luziânia, onde fazemos um grande trabalho que colocou o nosso município entre as potências econômicas não só de Goiás, mas do Centro-Oeste brasileiro. O meu projeto é ajudar Marconi e o PSDB. Sempre disse que sou homem de partido e a minha posição no futuro será aquela que for melhor para Marconi e para o PSDB.
 
DM – O senhor acredita na reaglutinação da base aliada em torno de Marconi?

Célio – Não só acredito, como defendo e trabalho diuturnamente por ela. Precisamos zerar as diferenças, apaziguar os ânimos e unir as nossas forças para o bem do Estado.



Marconi tem vantagem!

Diário da Manhã

Café da Manhã

Ulisses Aesse

A vantagem de Marconi


O prefeito de Luziânia, Célio Silveira (PSDB), comemora os números da pesquisa Ecope/DM, que dão ampla vantagem ao senador Marconi Perillo numa eventual disputa para governador de Goiás. De acordo com ele, Marconi está colhendo o que plantou nos seus dois governos, quando dedicou atenção aos municípios que foram esquecidos pelas administrações do PMDB. Célio Silveira afirma que o senador tucano sempre marca presença nas lutas das cidades próximas a Brasília, demonstrando que é companheiro das lideranças do Entorno.

— Nossa posição é muito boa na pesquisa, mas devemos continuar trabalhando dobrado, porque, com Marconi no governo de Goiás, a nossa região terá muito a ganhar – disse o prefeito de Luziânia, que tem seu nome lembrado para concorrer ao Senado e hoje é um dos políticos mais influentes do PSDB goiano.

Ele não fala, mas a força de Marconi no Entorno deve-se muito ao trabalho de Célio como grande liderança do Entorno. Célio foi reeleito prefeito de Luziânia com votação extraordinária e exerce influência considerável em toda a região

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Marconi lidera!



Diário da Manhã

Política e Justiça

Marconi lidera pesquisa Ecope/DM no Entorno



Senador tem 54,3% das intenções de voto na região de Brasília. Prefeito Iris vem em segundo, com 19,7%, seguido de Henrique Meirelles, com 4,9%


Pesquisa Ecope/Diário da Manhã aponta vantagem do senador Marconi Perillo (PSDB) sobre os demais nomes cotados para disputa ao governo de Goiás nos municípios do Entorno do Distrito Federal. No levantamento estimulado, em que os entrevistados recebem cartela com opções para escolher, Marconi aparece com 54,3% das intenções de voto. O prefeito de Goiânia, Iris Rezende (PMDB), vem na segunda posição com 19,7%. O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, é lembrado por 4,9% dos eleitores, enquanto admitem votar em Washington Fraga (PSol) 0,7%.



O Ecope ouviu 1,4 mil eleitores entre os dias 16 e 22 de setembro. Foram incluídos no levantamento os municípios de Luziânia, Cristalina, Cidade Ocidental, Valparaíso, Novo Gama, Santo Antônio do Descoberto, Águas Lindas, Alexânia, Planaltina, Formosa, Cocalzinho e Posse. Esta é considerada a segunda região mais populosa do Estado, depois da região metropolitana da Capital.


Desconsiderados os votos brancos e nulos, a vantagem do senador tucano sobre Iris sobe de 34,6 para 43,4 pontos percentuais. Este levantamento é feito porque a Justiça Eleitoral desconsidera os votos inválidos na apuração geral das eleições. Neste quadro, Marconi aparece com 68,2%, Iris com 24,8%, Meirelles 6,1% e Washington Fraga (PSol) 0,9%.


O instituto ainda apresentou aos entrevistados uma cartela em que apenas Marconi e Iris aparecem como candidatos – um cenário que pode se materializar no segundo turno da disputa ao governo. Marconi mantém a liderança com 73,4% e Iris possui 26,6%. A diferença é de 46,8 pontos percentuais.

SALTO ALTO


Ao ser questionado sobre o resultado da pesquisa Ecope/DM, o senador afirmou ontem que os números representam um retrato do momento, e que, portanto, devem ser vistos com serenidade. “A realidade do Entorno mostra que acertamos na política de atendimento a estas cidades, mas há muita coisa ainda por ser feita”, disse o tucano. “Hoje (ontem) mesmo passei boa parte do dia buscando entendimentos para solucionar o drama do transporte para quem trabalha em Brasília.” E completa: “O Entorno viveu muito tempo sem proteção e agora diz o que pensa nesta pesquisa.”


Nas palavras do prefeito Célio Silveira (PSDB), de Luziânia, o maior município da região, “Marconi colhe os frutos por ter percebido o Entorno do Distrito Federal como parte de Goiás e não como um problema a ser entregue a Brasília, como fez o PMDB nos seus anos de governo”.

Saúde terá ajuda de R$ 3 milhões por mês

Os municípios goianos do Entorno do Distrito Federal vão ter uma ajuda mensal de R$ 3 milhões para a área da saúde. O governo do DF garantiu que vai estender seus convênios a mais municípios, a exemplo do que acontece hoje com Águas Lindas e Santo Antônio do Descoberto, que contam com uma ajuda de R$ 1 milhão mensais. O compromisso foi feito na manhã de ontem, em um café-da-manhã, na residência oficial do governador do DF, José Roberto Arruda (DEM), com a presença do senador Marconi Perillo (PSDB) e de um grupo de prefeitos do Entorno. O recurso financeiro deverá melhorar o atendimento nas localidades para desafogar postos de saúde e hospitais de Brasília.


O encontro tratou ainda da questão do transporte coletivo . O senador Marconi sugeriu que o GDF aproveite a linha da estrada de ferro que liga a Rodoferroviária de Brasília a Luziânia e coloque trens suburbanos à disposição da população. A proposta vai ser analisada pelo secretário de Transportes, Alberto Fraga. Arruda deverá assumir a coordenação dos transportes na área metropolitana, subsidiando parte do preço das passagens e garantindo melhor qualidade dos serviços.


O café-da-manhã teve ainda a presença dos secretários do GDF Augusto Carvalho (Saúde), José Humberto (Governo), Alberto Fraga (Transporte), Ricardo Pena (Planejamento) e Valdivino de Oliveira (Fazenda) e do presidente da Codeplan, Rogério Rosso.


Na quinta-feira próxima (1º), a Comissão de Infraestrutura do Senado vai discutir, em audiência pública, a situação do transporte coletivo no Entorno.


Estavam presentes os prefeitos Geraldo Messias (Águas Lindas), Leda Borges (Valparaíso), Alex Batista (Cidade Ocidental), Doca de Assis (Novo Gama) e Davi Leite (Santo Antônio do Descoberto).

Fonte: Da redação

Marconi aglutina!


O Popular
Giro

Jarbas Rodrigues Jr.


Tucano acelera reuniões e dobradinhas

Repare como o senador Marconi Perillo (foto) só pensa em 2010: seu gabinete no Senado contou, apenas ontem, a passagem de 38 prefeitos goianos e todos acompanhados de vereadores. Isto, logo depois do tucano se reunir mais uma vez com prefeitos do Entorno do DF no gabinete do governador José Roberto Arruda (DEM-DF). E para esta vez chamaram o senador Demóstenes Torres (DEM).

Marconi quer união!

O Popular

Giro

Jarbas Rodrigues Jr.

Entrevista/Jardel Sebba, deputado do PSDB


O senhor acredita numa reaproximação entre Alcides e Marconi?

Pode haver constrangimento no início, mas passageiro. Nunca vi nenhuma agressão verbal do governador Alcides ou do senador Marconi. As provocações partiram de pessoas que rodeiam os dois. O fato é que o rio começa a voltar para seu curso normal e está provado haver só duas forças políticas em Goiás para a disputa do próximo ano.

O Popular

Política

Marconi e Arruda com prefeitos


Núbia Lôbo

Em café da manhã que teve a participação do senador Marconi Perillo (PSDB), o governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda (DEM), recebeu ontem alguns prefeitos da região do Entorno com quem o democrata fez o compromisso de ajudar com recursos para a área de Saúde. Atualmente, o governo do Distrito Federal (GDF) repassa R$ 1 milhão em convênios com as prefeituras de Águas Lindas e Santo Antônio do Descoberto, valor que ele promete ampliar para R$ 3 milhões e atender outras cidades como Luziânia e Valparaíso.
Segundo o senador, Arruda não ficou muito tempo no encontro em função de outro compromisso, mas deixou parte de seu secretariado para discutir as prioridades dos prefeitos presentes juntamente com o tucano. “Estou participando ativamente deste processo. Quase todas as semanas tenho encontros com Arruda para tratar de questões do Entorno”, afirma Marconi.
O encontro contou ainda com a presença do senador Demóstenes Torres (DEM), que afirmou ter ido até Arruda pedir apoio ao presidente do Tribunal de Justiça de Goiás, Paulo Telles, que pleiteia uma vaga no Superior Tribunal de Justiça. “E aí, é claro, falamos um pouco de política”, acrescentou Demóstenes.
Um dos assuntos tratados com Arruda, segundo o democrata, foi o futuro do ex-vice-prefeito de Goiânia, Valdivino Oliveira, que está com filiação no PSDB marcada para segunda-feira. “Mas tudo pode mudar. Estamos conversando e Valdivino pode ser filiar no DEM”, disse Demóstenes.

Marconi no twitter

Diário da Manhã

Café da Manhã

Ulisses Aesse

O megatwitter de Marconi


O número de seguidores do Twitter do senador tucano Marconi Perillo cresce de forma impressionante. Ontem à tarde, bateu a casa dos dois mil plugados nas mensagens do vice-presidente do Senado. O miniblog de Marconi está no ar há pouco mais de dois meses e as adesões são em ritmo acelerado.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Marconi tem apoio do leitores do DM

Diário da Manhã

Opinião do leitor

Contra o novo imposto do cheque - Artigo de Marconi Perillo, publicado dia 21/09/09


Pedido a Marconi


Solicito ao Diário da Manhã que encaminhe a seguinte mensagem ao senador Marconi Perillo: Marconi, não aceite que o presidente Lula crie novos impostos para tirar dinheiro do bolso dos trabalhadores brasileiros. Seus eleitores confiam em você e esperam que faça tudo o que for possível no Senado para não permitir a volta da CPMF, pois sabemos que você foi um dos baluartes da derrubada dessa nefasta taxa tributária. Estaremos sempre ao seu lado, Marconi.


Marcelo de Almeida, Uruaçu, via e-mail

Bom senso


Dá gosto ver um político bem preparado e sério como Marconi Perillo escrevendo nas páginas do Diário da Manhã. O que me impressiona é o bom senso e o equilíbrio que ele mostra nos seus artigos, sempre humilde, expondo as suas opiniões com argumentos sólidos, sem mostrar arrogância – logo ele que foi eleito com mais de dois milhões de votos e poderia até contar alguma vantagem. Por isso é que eu digo: Marconi está preparado para voltar a governador Goiás, agora, mais maduro e mais experiente. Vale a pena votar em Marconi porque ele é um político que eleva a nossa autoestima com o seu sorriso contagiante, a sua cara de menino e o seu jeito inteligente de fazer as coisas.


Sirlei Vaz, Ipameri, via e-mail


Mobilização


Cumprimento o senador Marconi Perillo pelo seu excelente artigo no Diário da Manhã, onde se compromete a mobilizar o Senado para não deixar que o governo Lula recrie a famigerada CPMF. É de senadores assim, aguerridos, que o Brasil precisa.


Rodrigo Gracia, via e-mail


O maior legado de Marconi Perillo – Artigo de Luiz Faleiro, publicado dia 22/09/09


Muito bem lembrado o que está escrito no artigo do Luiz Faleiro. Eu sou a prova viva do quanto foi importante a criação da UEG pelo governador Marconi Perillo. Sou de Silvânia, estudei pedagogia nessa unidade e dou aulas na rede municipal. E mais, meu irmão caçula, é beneficiário do Bolsa Universitária. Parabéns! Já estamos com saudades do governo do Marconi.


Lídia dos Santos,


via DM Online

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Marconi deixou um legado!!

Diário da Manhã

Opinião

Luiz Faleiros

O maior legado de Marconi Perillo
 
Lendo o artigo do professor e reitor da Fesurv – Universidade de Rio Verde, o engenheiro agrícola Paulo Eustáquio, publicado democraticamente no último dia 19, na página 21, do Diário da Manhã, não poderia deixar de cumprimentá-lo pelas suas belas palavras sobre a nossa Bolsa Universitária. Mas o artigo me inspirou também a escrever também não só sobre a Bolsa, como também sobre a UEG.


A felicidade que chegou ao próspero município de Rio Verde em fevereiro de 2001, segundo o reitor Paulo Eustáquio, deu seus primeiros passos dois anos antes, mais precisamente em 1999. Foi ali quando o jovem governador Marconi Perillo, recém empossado depois de uma vitória histórica contra o atraso e o coronelismo, lançou o maior projeto de apoio à educação superior da história de Goiás.

O audacioso projeto da bolsa universitária nasceu para atender estudantes que não tinham condições de manter os estudos em universidades particulares do Estado de Goiás. Passados 10 anos de sua criação, milhares de homens e mulheres, nos quatro cantos do Estado, se formaram com uma importante ajuda do governo. Esses recursos, investidos no patrimônio humano de Goiás, representam a melhor e mais fantástica alocação de verbas de toda a nossa história, porque o conhecimento, uma vez adquirido, ninguém rouba, ninguém tira, ninguém perde.

Mas a diferença que a Bolsa Universitária fez na vida dos goianos teve no mesmo ano de 1999, mais precisamente no dia 16 de abril, um novo desdobramento que representou outro salto para a realidade do ensino superior no Estado. Naquela data, Marconi criou a Universidade Estadual de Goiás, com uma estrutura multicampi, criando oportunidade de acesso à universidade para milhares de jovens, sendo que grande parte deles, principalmente de famílias com renda até três salários mínimos. E o mais importante: em todo o interior do Estado.

Marconi Perillo foi visionário ao fundar a UEG – Universidade Estadual de Goiás, com o propósito de democratizar o ensino superior e ajudar a mudar o quadro da falta de qualificação dos professores das redes estadual, municipais e particular de ensino. Na época, 80% dos professores goianos não possuíam curso superior. O Programa Universidade para os Trabalhadores da Educação mudou essa realidade e formou mais de 30 mil professores, através da UEG.

Passada essa primeira década da criação da UEG, é preciso coragem e determinação para avançar mais. A UEG necessita de maior atenção por parte do governo do Estado, necessita de mais verbas, necessita de mais carinho por parte das nossas autoridades para que possa externar todo o seu potencial e mostrar ao Brasil um exemplo de pioneirismo e qualidade em matéria de educação de nível superior. Para que se compreenda a sua importância, recomendo mais uma vez a leitura do artigo do reitor da Fesurv – Universidade de Rio Verde, Paulo Eustáquio, com certeza o mais decisivo depoimento sobre a UEG publicado até agora.



Luiz Faleiros é administrador, MBA em Marketing pela Uni-Anhanguera e gestor municipal (luizfaleiromarketing@bol.com.br).

Marconi é sabatinado!




Diário da Manhã


Política e Justiça


Alexandre Bittencourt


Marconi é sabatinado no Bairro Floresta

Senador responde a questionamentos de moradores e alcança 10 grandes reuniões comunitárias na Grande Goiânia


Em mais uma noite de reuniões comunitárias, o senador Marconi Perillo (PSDB) esteve presente ontem no Bairro Floresta, região noroeste de Goiânia. A reunião foi realizada na Assembleia de Deus, Ministério Fama. Segundo os organizadores, aproximadamente 300 pessoas participaram do encontro. O senador repetiu a estratégia de ouvir questionamentos da comunidade e respondê-los de forma objetiva.

Ao iniciar sua fala, Marconi explicou que, a exemplo do que tem feito nas reuniões comunitárias que participa, busca muito mais ouvir a população do que falar. “Quando a gente escuta, erra menos”, disse o senador ao afirmar que o microfone estaria “democraticamente aberto” para os questionamentos da comunidade. Marconi fez questão de agradecer a cada um dos líderes comunitários, organizadores da reunião. Segundo Marconi, a reunião comunitária de ontem foi a décima que realizou nos últimos dias em Goiânia.

Ao abrir a fase de questionamentos, deu preferência aos moradores do bairro. O comerciante Helder Vigor, proprietário de uma farmácia, reivindicou a escrituração dos lotes do bairro. Segundo o comerciante, a falta de escrituração prejudica o desenvolvimento da região noroeste. Presidente da Associação dos Moradores do Setor São Domingos, José Nildo pediu empenho na construção de um hospital de dependência química e uma unidade Vapt Vupt, além de um anel viário que beneficie os bairros que compõem a região.

Outro líder comunitário, Pedro Menezes, morador do Bairro São Carlos e presidente da Associação dos Propagandistas de Carros de Som, pediu a Marconi ajuda para regularizar a profissão em nível nacional, a exemplo de outras categorias que foram reconhecidas por lei federal. Pedro Ivo, também líder comunitário, reclamou do desmantelamento das unidades de saúde na região, embora tenha reconhecido que a responsabilidade caiba ao município. Valter Ramos, servidor da Secretaria Municipal de Saúde, concordou com o colega e aproveitou para fazer uma denúncia. Segundo ele, “a gripe suína foi utilizada para esconder a dengue”. Fez críticas ao secretário municipal da Saúde, Paulo Rassi, dizendo que os carros “fumacês” de combate à dengue estão parados por falta de combustível. Líder comunitário e um dos organizadores da reunião, Florisval Pereira reclamou do desmantelamento dos programas sociais.

Marconi respondeu a cada uma das perguntas, ressalvando que muitos dos assuntos colocados são de responsabilidade da administração municipal. Em relação aos pleitos que envolvem a atuação como senador da República, prometeu empenho no atendimento. Em relação aos pleitos envolvendo demandas da esfera municipal, o senador prometeu envolver a bancada de vereadores que seguem a sua orientação.

“Todas as reivindicações são justas. Se tiver como colocar emendas no Orçamento da União, o farei sem nenhum problema”. Em relação ao pedido de escrituração de lotes, Marconi se comprometeu a levar ao governo as preocupações da população. “Para mim, este problema já estava resolvido”, afirmou Marconi, dizendo-se surpreso com a informação da comunidade. Prometeu ainda procurar a Agência de Habitação (Agehab) e ver a possibilidade de ser apresentada uma emenda no Senado para ajudar na regularização. Quanto à reivindicação do Anel Viário da Região Noroeste, Marconi sugeriu o cancelamento da atual licitação, suspensa por ação do Ministério Público Federal, após denúncia de superfaturamento.

Em entrevista à imprensa, assim que chegou ao local da reunião, Marconi confirmou a filiação do secretário da Fazenda do Distrito Federal, Valdivino de Oliveira, ao PSDB. Questionado se a direção do PSDB irá recorrer à Justiça caso algum integrante do partido que exerça mandato eletivo deixe o PSDB nos próximos dias, respondeu: “Essa é uma questão que está sendo colocada pelo presidente do partido e pela Executiva.” Acrescentou que como o mandato pertence aos partidos, pelo que tem acompanhado, todas as legendas partidárias manifestaram interesse de cobrar a titularidade dos mandatos.

Uma repórter fez referência a Marconi como o único pré-candidato a governador. O senador a interrompeu para dizer que nunca se posicionou como pré-candidato ao governo, visto que este é um assunto em debate no PSDB e nos partidos aliados. Perguntado como está acompanhando a disputa entre o PMDB e o PP pelo passe do presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, disse que “está acompanhando à distância”. “Não sei ao certo o que vai acontecer”, desconversou.

Acompanharam Marconi na reunião os deputados estaduais Helder Valin, presidente da Assembleia, Daniel Goulart, Túlio Isaac e Honor Cruvinel, todos do PSDB, os vereadores Pedro Azulinho (PSB), Geovani Antônio (PSDB), Fábio Caixeta (PMN) e Richard Nixon (PRTB). Também prestigiaram a reunião o ex-secretário estadual de Cidadania e Trabalho Ageu Cavalcante e o presidente regional do PRTB, Santana Pires.