terça-feira, 3 de novembro de 2009

Diário da Manhã

Marconi responde Iris pelo Twitter
Senador rebate entrevista de prefeito ao jornal O Popular e afirma que peemedebista é quem tem “caixa-preta”
03/11/2009

O senador Marconi Perillo (PSDB) rebateu de imediato as críticas feitas pelo prefeito de Goiânia, Iris Rezende (PMDB), em entrevista ontem ao jornal O Popular, às administrações do Tempo Novo em Goiás – 1998 a 2006. “A entrevista do prefeito Iris publicada em O Popular de hoje (ontem) é um primor de contradições e incoerência”, afirmou o tucano, em uma das 15 postagens de seu Twitter.

Marconi fez questão de responder todas as acusações do prefeito, que ganhou destaque no Popular de quase uma página em entrevista “ping-pong”. E ainda fez mais: o senador trocou chumbo com o peemedebista, que também já foi governador de Goiás por duas vezes (1983-1986 e 1991-1994), e ainda questionou a gestão irista na Prefeitura da Capital.

Durante a entrevista, Iris acusou o tucano de fazer “propaganda enganosa” quando governador; duvidou dos avanços propalados pelo PSDB na área social em Goiás; disse que casas populares foram prometidas, mas não saíram do papel; que o governador Alcides Rodrigues (PP) pegou um Estado endividado, com a Saneago e Celg quebrados; e pede que Alcides abra a “caixa-preta” do governo.

Marconi diz que tem caixa-preta é Iris, que “quebrou a Caixego, o BEG (Banco do Estado de Goiás) e o BD (Banco de Desenvolvimento)”. “Só com o BEG deixou R$ 1 bilhão de dívidas. O Tempo Novo criou a agência de fomento e Banco do Povo”, afirmou, via Twitter. “Será ótimo comparar governos: ver quem de fato endividou o Estado, quem faliu os bancos, quem entregou Corumbá e Cachoeira e quebrou a Celg”, provocou.

Comparações

O senador aproveitou para comparar gestões – Iris usou o espaço no Popular para enaltecer o trabalho à frente da Prefeitura. “Gestão de Iris é arroz-com-feijão. Fez 4 milhões de metros de asfalto. Fiz 30 milhões em 246 municípios sem cobrar um tostão do cidadão”. Marconi faz alusão ao fato de que, após asfaltar determinados bairros, a prefeitura elevou o IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano).

E o tucano foi mais além nas comparações. “Só com o cheque moradia, construímos 70 mil (casas). Iris fez no máximo 5 mil. E casas de placas, sem dignidade. As nossas são decentes. Iris pode ver essa realidade perto da Colônia Santa Marta, no Conjunto Valéria Perillo. Quase mil casas. Modelo de conjunto habitacional.”

Marconi voltou a cobrar solução para o transporte coletivo na região metropolitana da Capital - que foi prometido para os primeiros seis meses de gestão irista. “Estou enganado ou não foi Iris que prometeu em 2005 resolver em 6 meses o problema do transporte coletivo? Estamos esperando sentados.” E, por fim, provocou novamente. “Sugiro ao prefeito Iris cuidar melhor de Goiânia. A cidade está encardida, suja. O goianiense tem saudade da cidade bonita do professor Nion (Albernaz, ex-prefeito”.

Tucano cita realizações

O senador Marconi Perillo (PSDB) aproveitou o Twitter ontem para citar outras realizações de sua gestão. “Crer (Centro de Recuperação e Reabilitação Dr. Henrique Santillo), Restaurante Cidadão, Centro Administrativo, Eixo Anhanguera, Centro Cultural, ETE (Estação de Tratamento de Esgoto), Barragem do João Leite”.

Por fim, encerrou a polêmica com Iris Rezende (PMDB). Após série de acusações e de levantar situações do passado, afirmou que “quer olhar para frente e discutir ideias: modernização, gerar emprego e renda, atender aos jovens e abrir novas fronteiras na economia”. “O PSDB tem propostas para debater. Estamos amadurecidos, prontos para uma grande administração, se for vontade do povo e de Deus.”

Postagens

O Twitter é um novo site de relacionamentos (microblog) e permite postagens de apenas 140 caracteres por vez. Permite aos usuários que enviem e leiam atualizações pessoais de outros contatos, chamados seguidores. Marconi tem 2.683 seguidores. Iris também tem Twitter, com 445 seguidores, mas preferiu, pelos menos até o final da tarde de ontem, não responder ao tucano.

Diário da Manhã
Mais três deputados vão depor no caso do mensalão
03/11/2009

A Justiça Federal de Brasília intimou três deputados federais para prestarem depoimento no processo do mensalão, que tramita no STF (Supremo Tribunal Federal) contra 39 réus suspeitos de participarem de esquema de compra de votos de parlamentares da base aliada. Os deputados Beto Albuquerque (PSB-RS) e Maurício Rands (PT-PE) vão depor hoje, e o deputado Henrique Fontana Júnior (PT-RS) vai depor quinta-feira.

Eles serão ouvidos na 12ª Vara Federal de Brasília. A descentralização das oitivas foi determinada pelo ministro Joaquim Barbosa, relator do processo do mensalão no STF, para ouvir as testemunhas. Nesta semana, já prestaram depoimento os deputados federais Alex Canziani (PTB-PR), Arlindo Chinaglia (PT-SP) e Sandro Mabel (PR-GO), o ministro do TCU (Tribunal de Contas da União) José Múcio Monteiro, entre outros.

O procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, ofereceu a denúncia ao STF em abril de 2006 contra 40 suspeitos de participarem de um suposto esquema de compra de votos de parlamentares da base aliada. Em agosto de 2007, os ministros do Supremo acataram a denúncia e transformaram os suspeitos em réus. Entre os denunciados, estão os ex-ministros Luiz Gushiken (Comunicação do Governo), Anderson Adauto (Transportes) e Dirceu (Casa Civil).

Diário da Manhã

Café da Manhã

Ulisses Aesse

Reflexão

O que Iris Rezende deve pensar antes de ser candidato: uma nova derrota para Marconi Perillo o coloca como um político frágil na história política de Goiás (e do Brasil). Apanhar uma vez é bom, duas é demais. E burrice.

Batata quente

Jogar a batata quente para Henrique Meirelles, forçá-lo a disputar com Marconi Perillo, pode ser uma saída política para Iris. Isso se ele tiver dúvida de que vencerá Marconi. Para Iris, ser senador eleito, o mais votado em 2010, seria uma aposentadoria em alto estilo. Afinal, por que a gula pelo poder?!

Agenda acelerada de Marconi o coloca na frente da disputa

Em alta, pisando fundo no acelerador, o senador tucano Marconi Perillo sabe bem o que é a “estrada”. Afinal, não para um segundo sequer. Na mesma hora em que está em Goiás, alguns minutos ou horas depois, está já fora do País ou em qualquer Estado tupiniquim, quando não está centrado em Brasília, sede do Senado, onde Marconi é o vice-presidente, ou em Goiás, onde recebe, praticamente todos os dias, uma avalanche de homenagens. O ex-vice-prefeito de Jataí Adilson Morais é testemunha disso:

— O senador Marconi não dá trégua em sua agenda. Praticamente, todos os segundos dela estão preenchidos com atividades. Seja no Senado, seja em plano nacional ou em Goiás, onde é bastante solicitado.

Pela agenda concorrida de atividades, Marconi corre para pegar a faixa de governador das mãos de Alcides no ano que vem. Não precisam nem duvidar. Parece estar escrito.

Em tempo: do Twitter de Marconi, nesta segunda, a seguinte mensagem:

— Quanto ao editorial de Batista Custódio sobre Finados, fiquei sensibilizado pelas imagens e pelo profundo espírito de solidariedade – tuitou o senador tucano.

Jornal do Senado

DEMISSÃO

A demissão do ex-diretor de Recursos Humanos do Senado João Carlos Zoghbi é sumária e, se ele quiser recorrer, deverá fazer isso no âmbito da Justiça, afirmou o 1º vice-presidente do Senado, Marconi Perillo (PSDB-GO). Ele disse esperar informações da Comissão de Sindicância também sobre o ex-diretor-geral da Casa Agaciel Maia.

O senador informou ainda que está conduzindo um estudo para a reestruturação do Sistema Integrado de Saúde (SIS), que atende os servidores do Senado.

Correio Braziliense

ENTORNO

Bancada resiste ao aumento do DF

Ana Maria Campos

Publicação: 02/11/2009 08:46 Atualização: 02/11/2009 08:52

A Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que prevê a incoporação ao Distrito Federal de seis municípios do Entorno enfrenta resistências de parte dos políticos da capital do país. Parlamentares do Distrito Federal discordam dos efeitos da eventual anexação de Valparaíso, Cidade Ocidental, Novo Gama, Águas Lindas, Planaltina de Goiás e Santo Antônio do Descoberto, com a consequente ampliação da população em mais de 570 mil novos habitantes — hoje, o DF tem cerca de 2,6 milhões. Para alguns, a medida é uma forma de preservar a qualidade de vida dos atuais moradores da capital do país. Para outros, caso seja aprovado, o projeto inviabilizará o dia a dia dos habitantes do DF.

De autoria do deputado Tadeu Filippelli (PMDB-DF), a PEC nº 422/09, apresentada na semana passada, já está na Mesa Diretora da Câmara. Após confirmadas as assinaturas de apoio para tramitação da matéria, a proposta começa a andar, com o aval de 196 deputados. Entre os integrantes das bancadas do DF e de Goiás, houve apoio de apenas cinco parlamentares. Além de Filippelli, os deputados Rodrigo Rollemberg (PSB) e Alberto Fraga (DEM) concordaram com a apresentação da proposta. Entre os 17 goianos, apenas Tatico (PTB) — que faz campanha no Entorno — e Carlos Alberto Leréia (PSDB) disseram sim à possibilidade de discussão da matéria. Para uma PEC tramitar, são necessárias 171 assinaturas.

Mas nem todos os que assinaram a PEC vão votar a favor da proposta, caso esta chegue ao plenário. Fraga é um dos maiores críticos da ideia, por considerar que o DF não pode assumir sozinho um problema dos municípios vizinhos. “A solução para os municípios do Entorno é um convênio ou parceria com os governos federal e de Goiás, além das prefeituras.”

Segundo o deputado — afastado temporariamente do cargo de secretário de Transportes do DF —, não há garantia de aumento dos repasses federais para a capital do país, na eventualidade de a matéria ser aprovada, embora a PEC preveja uma ampliação do Fundo Constitucional, responsável pela manutenção das áreas de saúde, segurança e educação, na mesma proporção do crescimento populacional, ou seja, de aproximadamente 22%.

O deputado Robson Rodovalho (PP-DF) também avalia que a proposta cria um problema futuro para quem vive no DF. “Temo que, com a incorporação desses municípios, a gente possa ampliar as necessidades sem aumentar as receitas e sem possibilidade de ingresso de novos recursos”, analisa. Na avaliação dele, uma região só se torna autossustentável quando os municípios encontram as suas vocações para desenvolvimento econômico. “A PEC é muito simplista e não resolve os problemas”, critica. “Hoje, somos moralmente responsáveis por esses municípios, com a aprovação da PEC ficaremos legalmente responsáveis pela solução desses problemas.”

Equiparação

Um dos autores do projeto que deu origem à Região Integrada de Desenvolvimento do Entorno(Ride), em parceria com o governador José Roberto Arruda (DEM), o deputado Augusto Carvalho (PPS-DF), que está licenciado da Câmara e ocupa o cargo de secretário de Saúde do DF, tem enfrentado um grande impacto da pressão dos moradores dos municípios vizinhos. Na avaliação dele, a busca por serviços médicos é um dos principais gargalos da falta de estrutura no Entorno. Mas a solução não seria a incorporação das cidades. Ele também aposta que faltariam recursos para manter o DF com o dobro do território, já que professores, policiais e profissionais da saúde teriam os salários equiparados aos pagos pelo GDF. “Isso é inviável.”

A PEC de Filippelli surgiu a partir de uma proposta do presidente da Companhia de Desenvolvimento do DF (Codeplan), Rogério Rosso, que, na estrutura do Executivo local, é responsável pelas políticas voltadas ao Entorno. Na justificativa da proposta, Filippelli sustenta que esta é a melhor forma de impedir o crescimento desordenado e criar políticas de desenvolvimento econômico naqueles municípios.

Se for aprovada na Câmara, a PEC chegará ao Senado com pelo menos um aliado. Vice-líder do governo Lula no Senado, Gim Argello (PTB-DF) é totalmente favorável à anexação dos seis municípios ao território do DF. O petebista acredita que o projeto apenas regulariza uma situação que já existe na prática. “Esses moradores vivem em função do DF. Precisamos criar indústrias naquela região para gerar empregos”, afirma.

A solução para os municípios do Entorno é um convênio ou parceria com os governos federal e de Goiás, além das prefeituras. O governo de Goiás não assume a paternidade pelos problemas dos nossos vizinhos e não podemos assumir sozinhos. O Distrito Federal tem de ter a menor estrutura possível, como ocorre, por exemplo, em Washington (Estados Unidos). Não podemos dividir os nossos recursos, que já são escassos, porque isso vai inviabilizar a qualidade de vida no DF, sem resolver os problemas do Entorno.

Municípios virariam RAs

A Proposta de Emenda Constitucional (PEC) nº 422, em tramitação na Câmara dos Deputados, prevê a incorporação ao território do Distrito Federal dos municípios de Novo Gama, Valparaíso, Cidade Ocidental, Águas Lindas, Santo Antônio do Descoberto e Planaltina de Goiás. Essa mudança não alteraria a situação política do DF, que permaneceria indivisível, ou seja, os municípios goianos seriam transformados em regiões administrativas sem prefeitos, com gestores nomeados pelo governador do DF, e sem câmara de vereadores. Para evitar a cassação de parte do mandato dos atuais prefeitos, eleitos em 2008, o projeto prevê que a alteração só entre em vigor a partir de 1º de janeiro de 2013.

As dívidas das prefeituras relativas a empreendimentos e obras seriam transferidas para a União. Os critérios de rateios dos recursos que formam os fundos de recursos pertencentes ao Distrito Federal, como o Fundo Constitucional do DF, seriam redimensionados em função do seu novo limite territorial, do aumento do contingente populacional e do custeio advindo da manutenção das áreas de saúde, educação e segurança pública desses municípios. Uma lei complementar — a ser aprovada posteriormente — estabeleceria os procedimentos relativos aos poderes públicos, patrimônio, pessoal, orçamento, partidos políticos e eleições. (AMC)

Região vizinha vira bandeira eleitoral

O Entorno é um tema que vai aparecer com eloquência nas discussões da campanha eleitoral de 2010. A região, que tem uma população estimada em cerca de um milhão de habitantes, dos quais pelo menos 10% são eleitores no Distrito Federal, já domina os debates e desperta ações dos políticos na capital do país, principalmente como discussão associada aos problemas nas áreas de saúde, segurança pública e meio ambiente.

Candidato a deputado federal e responsável pelas políticas e estudos voltados ao Entorno, o presidente da Companhia de Desenvolvimento do DF (Codeplan), Rogério Rosso, transformou a incorporação dos seis municípios vizinhos na principal bandeira de sua próxima campanha. Em 2006, ele ficou na primeira suplência do PMDB, com mais de 50 mil votos. Nessa estratégia, Rosso ganhou o apoio do presidente regional do PMDB, Tadeu Filippelli, que protocolou a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) sobre o assunto e garantiu, na justificativa do projeto, o crédito ao aliado.

A iniciativa de Filippelli mais uma vez provocou um atrito com o grupo do ex-governador Joaquim Roriz (PSC), que também hasteou essa bandeira como um dos principais compromissos de campanha. A diferença é que a proposta de Roriz é mais ampla. Ele defende praticamente triplicar o território do Distrito Federal, hoje com 5.800 quilômetros quadrados, para 14,4 mil quilômetros quadrados, área definida no século 19 pela Missão Cruls, que demarcou a poligonal onde seria construída a capital do país no Planalto Central. No Entorno, Roriz provavelmente fará campanha ao lado do prefeito de Goiânia, Íris Rezende (PMDB), cotado como candidato ao governo de Goiás.

O governador José Roberto Arruda (DEM) tem apostado em uma linha diferente de atuação. Na próxima quinta-feira, ele visitará sete municípios vizinhos — Cidade Ocidental, Formosa, Luziânia, Novo Gama, Planaltina, Água Fria e Valparaíso — ao lado do senador Marconi Perillo (PSDB-GO), provável adversário de Íris na disputa pelo governo de Goiás. Arruda vai ampliar para essas cidades um convênio que já mantém com Águas Lindas e Santo Antônio do Descoberto para repasse de recursos destinados à prestação de serviços de saúde. Hoje, o GDF transfere R$ 1,5 milhão por mês para essa finalidade. A expectativa é dobrar esse valor até o início de 2010, com a inclusão desses sete municípios no programa. (AMC)

O número

3,1 milhões

Total de habitantes que o DF passaria a ter caso seja aprovada a PEC que prevê a incorporação de seis municípios do Entorno


Terra Brasil
Comissão do Senado pode votar 14º salário para professor
03 de novembro de 2009 • 06h51 • atualizado às 08h35

A Comissão de Educação do Senado pode votar nesta terça-feira proposta que dá direito a um 14º salário para os professores da educação básica da rede pública de ensino. A sessão está marcada para as 10h.

O projeto é de autoria do senador Cristovam Buarque (PDT-DF) e teve como relator o senador Marconi Perillo (PSDB-GO), que apresentou o substitutivo. O texto estabelece que, para ter direito ao 14º salário, os profissionais da educação básica pública precisarão elevar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) de sua escola em pelo menos 50%.

O benefício também será pago aos profissionais que alcançarem o Ideb igual ou superior a sete. Pelo projeto, o pagamento do 14º salário deverá ocorrer até o fim do semestre subsequente ao da publicação dos resultados do Ideb.

JB On Line

Comissão do Senado pode votar 14º salário para professor

Agência Brasil

BRASÍLIA - A Comissão de Educação do Senado pode votar nesta terça-feira a proposta que dá direito a um 14º salário para os professores da educação básica da rede pública de ensino. A sessão está marcada para as 10h.

O projeto é de autoria do senador Cristovam Buarque (PDT-DF) e teve como relator o senador Marconi Perillo (PSDB-GO), que apresentou o substitutivo. O texto estabelece que para ter direito ao 14º salário, os profissionais da educação básica pública precisarão elevar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) de sua escola em pelo menos 50%.

O benefício também será pago aos profissionais que alcançarem o Ideb igual ou superior a sete. Pelo projeto, o pagamento do 14º salário deverá ocorrer até o fim do semestre subsequente ao da publicação dos resultados do Ideb.






07:16 - 03/11/2009




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A entrevista do prefeito Iris publicada em O Popular de hoje é um primor de contradições e incoerência.

Quem tem caixa preta é Iris: quebrou a Caixego, o BEG e o BD.

Só com o BEG deixou 1 bilhão de dívidas. O Tempo Novo criou a agência de fomento e Banco do Povo.

Será ótimo comparar governos:ver quem de fato endividou o Estado, quem faliu os bancos, quem entregou Corumbá e Cachoeira e quebrou a Celg.

Estou enganado ou não foi Iris que prometeu em 2005 resolver em 6 meses o problema do transporte coletivo? Estamos esperando sentados.

Gestão de Iris é arroz-com-feijão. Fez 4 milhões de metros de asfalto. Fiz 30 milhões em 246 municípios sem cobrar um tostão do cidadão.

Casas: só com o cheque moradia, construímos 70 mil. Iris fez no máximo 5 mil. E casas de placas, sem dignidade. As nossas são decentes.

Iris pode ver essa realidade perto da Colônia Santa Marta, no Conjunto Valéria Perillo. Quase mil casas. Modelo de conjunto habitacional.

Sugiro ao prefeito Iris cuidar melhor de Goiânia. A cidade está encardida, suja.O goianiense tem saudade da cidade bonita do professor Nion.

Desculpem-me por gastar muito espaço respondendo o prefeito Iris, mas o assunto é importante e não posso deixar sem o devido esclarecimento.

Lembrete ao prefeito Iris: fiz muito em Goiânia no meu governo. Afinal, nasci aqui e tenho compromisso com essa bela cidade.

Algumas realizações: CRER, Restaurante Cidadão, Centro Administrativo, Eixo Anhanguera, Centro Cultural, ETE, Barragem do João Leite.

Tudo isso sem falar que a maior concentração de beneficiários da Bolsa Universitária, no nosso governo, estava em Goiânia.

Queremos olhar para frente e discutir idéias: modernização, gerar emprego e renda, atender aos jovens e abrir novas fronteiras na economia.

O PSDB tem propostas para debater. Estamos amadurecidos, prontos para uma grande administração, se for vontade do povo e de Deus.

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